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Conceição: a valia do Marselha e a anormalidade no FC Porto

Sérgio Conceição em antevisão de um jogo do FC Porto

Na conferência de imprensa de antevisão ao jogo da Liga dos Campeões entre FC Porto e Marselha de André Villas-Boas, Sérgio Conceição fez questão de chamar a atenção para a valia do adversário.

Até parece que o Marselha é o clube ali da esquina. Não marcou, não fez pontos… O Marselha tem testes semanais muito interessantes, esta semana não teve, teve mais tempo para preparar este jogo. Tem um treinador que é reconhecido, ganhou títulos, a Liga Europa é reconhecido como um dos melhores treinadores do mundo do futebol, tem um plantel com jogadores das seleções. Vamos apanhar um adversário difícil. Percebemos e sabemos e não nos enganamos com esses números, sabemos o que vamos encontrar”. afirmou.

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Para os mais desatentos, o tecnico portista deixou a análise ao Marselha.

O Marselha já teve a oportunidade de começar com uma base e estrutura diferente em três ocasiões. Contra o City apresentaram-se em 3-5-2, nas vitórias que tiveram 4-4-2 losango no meio-campo, com quatro homens no corredor central e também no 4-3-3 típico que o André [Villas-Boas] gosta e utilizou mais vezes na sua carreira. Estamos preparados para essas situações, olhando para as individualidades do Marselha e percebendo que dinâmicas têm nesses sistemas. As individualidades andam à volta de 13, 14 ou 15 jogadores, dentro de dinâmicas diferentes, não podemos controlar isso, não sabemos se vêm aqui mais defensivos ou não. Cabe-nos definir estratégias”, referiu.

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No entanto nem tudo corre bem esta temporada para os campeões nacionais. O FC Porto regista 12 golos sofridos em oito jogos, algo que contrata com a consistência defensiva que costuma apresentar.

Contudo Conceição garante que o problema está devidamente identificado.

Não é um problema do sector defensivo ou do guarda-redes, é um problema de toda a equipa. Conseguimos identificar o porquê desses golos. Há também as situações, como com o Sp. Braga ou o Paços de Ferreira, em que o primeiro remate à baliza é golo e isso dá conforto aos adversários. Mas às vezes basta um jogador não cumprir, estar mal posicionado, ocupar mal o espaço, não reagir em relação à perda… Mas isso está identificado. Todas as equipas que treinei, que não eram de nomeada como o FC Porto, eram consistentes defensivamente. Algo de anormal está a acontecer, mas estamos atentos a isso“, assegurou.

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Por último o técnico portista deixou elogios a Villas-Boas, que é um nome incontornável que teve um grande impacto na história do clube.

“Obviamente é grande. Temos de olhar para o momento em que o André esteve aqui, nos chamados anos dourados em termos de estabilidade financeira e de qualidade do plantel. Mas há treinadores que tiveram essa estabilidade e qualidade, que não conseguiram ganhar e ele conseguiu. É reconhecido por toda a gente pelo trabalho que fez aqui“, concluiu.

Recorde-se que o FC Porto-Marselha realiza-se amanhã às 20h00.

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