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Nacional
22/06/26 às 16:32

Diogo Costa na mira de Inglaterra, mas há um senão a pesar

O capitão do FC Porto está na montra do Mundial e a Premier League já bate à porta. O Chelsea de Xabi Alonso fez de Diogo Costa um alvo prioritário para a baliza, mas há um pormenor que pode estragar a tentação do guarda-redes, e a SAD portista não abre mão dele por menos do que manda a cláusula de 60 milhões.

A excelente época de Diogo Costa não passou despercebida lá fora, e o Mundial só veio reforçar a cobiça. O guarda-redes e capitão do FC Porto, titular indiscutível da Seleção Nacional, é o alvo prioritário do Chelsea para reforçar a baliza, mas a mudança para Inglaterra esbarra num obstáculo que pode pesar na decisão do internacional português.

Segundo a imprensa inglesa, com o Daily Mirror à cabeça, Xabi Alonso, o novo treinador dos blues, elegeu a baliza como sector a reforçar, insatisfeito com o rendimento de Robert Sánchez e Filip Jorgensen. E o nome no topo da lista é o de Diogo Costa, considerado um dos cinco melhores guardiões do mundo. O Chelsea prepara mesmo uma investida e estará disposto a aproximar-se dos valores exigidos pelos dragões.

Mas há um senão, e não é pequeno. Trocar o FC Porto pelo Chelsea significaria, para Diogo Costa, abdicar de disputar a Champions League na próxima temporada. Os londrinos ficaram de fora da prova para 2026/27, ao passo que no Dragão o guarda-redes tem garantida a presença na Liga dos Campeões. Para um jogador no auge, habituado aos grandes palcos europeus, é um detalhe que conta, e muito.

Do lado portista, a posição é de firmeza. A SAD liderada por André Villas-Boas só admite libertar o capitão pelo valor da cláusula de rescisão, fixada em 60 milhões de euros, e nem um cêntimo abaixo disso. A intenção declarada é segurar o guardião, peça fundamental e idolatrada pela massa associativa, ao ponto de Villas-Boas lhe ter proposto envergar o número 2 na próxima época, numa homenagem a Jorge Costa.

O cenário promete agitar o defeso. Diogo Costa, de 26 anos e com contrato até 2030, não fecha a porta a um salto para uma das cinco grandes ligas, mas sempre deixou claro que só sairia para um clube de elite e com projeto à altura. Resta saber se a falta da prova raínha da Europa no Chelsea, somada à exigência dos 60 milhões, será suficiente para travar o negócio, ou se a Premier League acabará por falar mais alto. O Mundial, esse, só lhe aumenta o preço.

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