adeptos-logo
Diversos
20/06/26 às 20:08

Seis jogadores do Mundial saíram todos da mesma vila portuguesa

Há uma pequena vila no concelho de Braga que ajudou a construir quase um quarto da Seleção no Mundial 2026. José Sá, Ricardo Velho, Tomás Araújo, Samu Costa, Pedro Neto e Trincão passaram todos pela escola do Palmeiras, a filial número um do Palmeiras do Brasil na Europa, gerida pelo SC Braga em Palmeira.

Há uma pequena vila no concelho de Braga que pode orgulhar-se de ter ajudado a construir quase um quarto da Seleção Nacional presente no Mundial 2026. Seis dos 27 jogadores convocados por Roberto Martínez, ou seja, 22,2 por cento dos eleitos, passaram pela escola de formação do Palmeiras, clube sediado na vila de Palmeira.

Os nomes não são pequenos: José Sá, Ricardo Velho, Tomás Araújo, Samu Costa, Pedro Neto e Francisco Trincão deram os primeiros passos no emblema verde e branco antes de chegarem ao topo do futebol mundial. Em entrevista a A Bola, o presidente do clube, Pedro Soares, eleito em janeiro deste ano, não escondeu o orgulho: «É um orgulho, porque foram meninos que cresceram aqui connosco. Vê-los a representar a Seleção é a cereja no topo do bolo.»

O segredo, segundo o dirigente, está na exigência diária e nas condições proporcionadas, muito graças ao protocolo com o SC Braga, que gere inteiramente a formação do clube, batizada de "Guerreiros do Futuro". Atualmente, o Palmeiras tem entre 250 e 255 atletas nos escalões de formação, desde os petizes até aos juvenis.

Mas há um pormenor curioso por trás do nome. O clube foi criado a partir do Palmeiras do Brasil, do qual é, oficialmente, a filial número um na Europa. «O nome deve-se à nossa freguesia, mas também porque, aquando da nossa criação, pedimos uma autorização especial ao Palmeiras do Brasil», explicou Pedro Soares. De dois em dois anos, o clube brasileiro envia inclusive lembranças para as instalações portuguesas.

Curiosamente, pelas escolas deste Palmeiras minhoto passou também um sobrinho de Abel Ferreira, atual treinador do Palmeiras do Brasil, fechando o círculo entre as duas margens do Atlântico.

Sete jornalistas de fora deram o veredicto sobre Ronaldo no onze