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Diversos
20/06/26 às 17:15

Há um português a dominar todo o Mundial, e não é quem esperavas

Há orgulho português no Mundial 2026, mesmo após o empate com a RD Congo. Segundo um estudo do Observatório do Futebol (CIES), Vitinha é o jogador que mais dominou a bola em todo o torneio, com 12,9% de posse útil, à frente de craques como Olivera, Akanji e o vencedor da Bola de Ouro, Rodri Hernández.

Há motivos para orgulho português na primeira jornada do Mundial 2026, mesmo num arranque marcado pelo empate de Portugal com a RD Congo. Segundo um estudo do Observatório do Futebol (CIES), referência mundial em estatística aplicada ao desporto, foi um jogador português quem mais dominou a bola em todo o torneio até agora.

Vitinha, médio do Paris Saint-Germain e coração do meio-campo da Seleção, lidera o ranking dos jogadores com maior percentagem de tempo útil de posse de bola dos respetivos jogos, com uns expressivos 12,9 por cento. O dado confirma o papel central que o internacional português assume na construção do jogo da equipa de Roberto Martínez, mesmo num encontro em que Portugal não conseguiu converter o domínio em vitória.

Atrás do português surgem nomes de enorme peso mundial. Em segundo lugar aparece Mathias Olivera, lateral do Uruguai, com 12 por cento, seguido de Manuel Akanji, central suíço, com 11,6 por cento. O top-5 fica completo com o espanhol Rodri Hernández, vencedor da Bola de Ouro em 2024, com 11,3 por cento, e o argelino Aissa Mandi, com 10,9 por cento.

A lista prossegue com Andrés Andrade, do Panamá, o defesa neerlandês Virgil van Dijk, o norte-americano Tim Ream, o suíço Nico Elvedi e o alemão Jonathan Tah a fechar o top-10. A presença de Vitinha no topo, à frente de todos estes craques, reforça a ideia de que, apesar das críticas ao coletivo, Portugal continua a ter no seu meio-campo um dos melhores construtores de jogo do mundo.

O estudo do CIES analisa o tempo útil de posse, ou seja, descontando paragens, o que dá uma imagem mais fiel do verdadeiro controlo de bola de cada jogador dentro das quatro linhas.

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Miguel Costa