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Diversos
20/06/26 às 19:56

Sete jornalistas de fora deram o veredicto sobre Ronaldo no onze

A Bola ouviu sete jornalistas estrangeiros que acompanham Portugal em Palm Beach sobre a grande questão do Mundial: Ronaldo no onze, sim ou não? O veredicto internacional é quase unânime no respeito ao capitão, ainda que com avisos táticos. Da Espanha à Colômbia, poucos o tirariam da equipa de Martínez.

O empate de Portugal com a RD Congo reacendeu o debate que não desaparece: deve Cristiano Ronaldo continuar no onze inicial de Roberto Martínez? A Bola foi ouvir sete jornalistas estrangeiros que acompanham a Seleção em Palm Beach, e o veredicto é claro: o estatuto do capitão continua a impor enorme respeito, ainda que com nuances táticas.

Para Lourdes García Campos, da RTVE espanhola, a discussão é inevitável: tudo o que Ronaldo faz vai a debate, faça o que fizer, mas não vê como alguém pode querer tirá-lo da equipa. Artur Quezada, da TNT Sports Brasil, compara o fenómeno ao de Neymar, Messi ou Harry Kane nas respetivas seleções, mas deixa um aviso: se levas um jogador como Ronaldo a um Mundial, não é para o deixar no banco, senão crias um problema maior, com os holofotes todos virados para ele.

Do lado mais crítico, Gustavo Szczupak, da ESPN Brasil, considera que o mais relevante é Ronaldo já não ser intocável em Portugal, algo que acha coerente. Aponta um desencaixe entre o ataque muito móvel da Seleção e o tipo de avançado em que Ronaldo se tornou, sugerindo atenção redobrada para o terceiro jogo. Eugenio Salinas, da TNT Sports Chile, alinha com Thierry Henry e defende que o capitão pode sair a cerca de 35 minutos do fim, dando espaço à nova geração.

A fechar, a colombiana Sheyla García Pérez, da Win Sports, desarma os argumentos táticos: diz que sente o peso de uma lenda viva quando o vê de perto, que para os adversários é um impacto terrível, e que Portugal é favorito ao título com ele a comandar. Para a jornalista, não há como tirá-lo do onze.

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