Nacional

Santos responde ao selecionador do Azerbaijão: “Não lhe devo nada”

Fernando Santos, selecionador nacional

Após a vitória de Portugal sobre o Azerbaijão por 0-3, Fernando Santos foi confrontado com as palavras do selecionador do Azerbaijão na véspera da partida, em que este dizia que lhe devia uma garrafa de vinho.

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Em tom de brincadeira, Gianni De Biasi era selecionador da Albânia em 2014 e foi contra esta seleção que Paulo Bento orientou o seu último jogo à frente da Seleção Nacional, cedendo o seu lugar a Fernando Santos.

O selecionador nacional respondeu.

Ele já me tinha dito a mesma coisa. Não lhe devo nada, que eu saiba. Mas se ele está muito interessado numa garrafa de vinho do Porto, qualquer dia mando-lhe, não tem problema“, afirmou.

Sobre o jogo, Fernando Santos defendeu que Portugal poderia ter marcado mais golos.

“Quando as equipas não são organizadas nos vários momentos do jogo, depois têm dificuldade. Correm muito atrás da bola, desgastam-se, depois quando têm bola têm mais dificuldade, é perfeitamente normal. Sem equilíbrio no jogo é muito difícil. Continuo a pensar que a opção no jogo com a Irlanda foi uma opção correta, o que é verdade é que não conseguimos os equilíbrios que devíamos ter, com exceção dos tais 25 minutos em que fomos claramente superiores. Neste jogo, sabíamos que era um jogo de paciência, esta equipa normalmente defende bem, sabíamos que se fizéssemos um golo mais cedo, obrigaríamos o adversário a mudar, o que se verificou depois do 2º golo, quando mudou para um 4x3x3. Fizemos um bom jogo, uma boa exibição, com muito equilíbrio em todos os momentos, mas sempre à procura do golo e a criar espaços para entrar, quer em profundidade, quer em largura. A única coisa do resultado que não está bem foi a quantidade de golos que fizemos“, afirmou.

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O resultado foi escasso para as oportunidades e o volume de jogo de Portugal. Nós criámos sete, oito, nove, dez oportunidades para além dos golos. Em algumas a definição final não foi a melhor, mas os jogadores tentaram. Nestes cinco ou dez minutos finais, as alterações que fiz era para tentar ir à procura do quarto golo, foi isso que pedi aos jogadores. Eles tentaram, mas depois sofremos dois ou três lances de contra-ataque em que podíamos ter sofrido um golo deles, o que não fazia nenhum sentido. Depois do jogo que fizemos, o resultado lógico era quatro ou cinco, perante um adversário que ainda não tinha perdido por mais do que um, por isso mérito dos jogadores“, acrescentou.

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Portugal tem de ser uma equipa forte e as equipas fortes marcam e não sofrem. Não é atacar de qualquer maneira e arriscar a sofrer. A equipa correspondeu aquilo que é o normal desta equipa“, concluiu.

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