Em 1956, Istvan Gyökeres tinha 18 anos e uma decisão para tomar. Numa noite de outono, abandonou a sua aldeia de Turje, na Hungria, em segredo. Deixou apenas uma carta de despedida para os pais, escrita a lápis, com um pedido e um nome de código: "Cavaleiro Negro". Era o sinal que usaria na Rádio Europa Livre para avisar a família que estava vivo e em segurança, sem ser detectado pelas autoridades.
