Às 16h30, enquanto Portugal aquece para o dérbi, joga-se em Manchester um clássico que pode ter implicações tão grandes no título inglês como o de Alvalade tem no português.
Antes do dérbi português, joga-se no Etihad o clássico que pode redefinir a corrida ao título inglês. Arsenal lidera com seis pontos mas tem Saka, Odegaard, Timber e Madueke lesionados. City tem jogo a menos. Bernardo Silva joga um dos últimos jogos da sua carreira no clube.
Às 16h30, enquanto Portugal aquece para o dérbi, joga-se em Manchester um clássico que pode ter implicações tão grandes no título inglês como o de Alvalade tem no português.
O Arsenal lidera a Premier League com seis pontos de vantagem sobre o Manchester City — mas o City tem um jogo a menos. Uma vitória do City hoje aproxima a diferença para três pontos com a mesma quantidade de jogos. A partir daí, qualquer tropeção dos Gunners nas últimas jornadas pode custar-lhes o título que não ganham há 22 anos.
O problema para Arteta é que chega ao Etihad com o plantel mais desfalcado da época. Saka lesionado. Odegaard lesionado. Timber fora. Madueke fora. O mesmo conjunto de ausências que na quarta-feira dificultou a vida do Sporting — mas que desta vez, contra o City de Haaland e Doku, pode ser fatal. Gyökeres, que se despediu do Sporting no verão passado, vai a jogo pelo City esta tarde.
Do outro lado, o City de Pep Guardiola chega em grande forma — perdeu apenas um dos últimos 19 jogos da liga. Haaland continua a marcar a um ritmo assustador. Doku está irreconhecível em comparação com o início da época. E no meio está Bernardo Silva — o português de 31 anos que esta semana confirmou que vai deixar o clube no final da época — a jogar os seus últimos meses de azul com a intensidade de quem quer despedir-se com mais um título.
Para Arsenal, hoje é uma final antecipada. Para o City, é uma oportunidade de ouro para entrar definitivamente na corrida. Para Bernardo Silva, é mais um capítulo de uma despedida que toda a gente quer que acabe bem.