Henrique Ramos, sócio do FC Porto e testemunha no processo da Operação Pretoriano, voltou esta segunda-feira a depor no Tribunal de São João Novo, no Porto, onde acusou diretamente Vítor Bruno, conhecido como ‘Aleixo’, de o ter atacado por denunciar alegados atos ilícitos ligados ao funcionamento das casas do clube.
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Na quarta sessão do julgamento, Ramos detalhou os acontecimentos que, segundo afirma, começaram após a sua intervenção na Assembleia Geral (AG) extraordinária de abril de 2023. O associado referiu que foi cuspido e ameaçado de morte por ‘Aleixo’ por estar, alegadamente, a denunciar um “esquema” que beneficiaria membros da claque Super Dragões.
«Atacou porque eu lhe estava a ir à carteira. Quando ele gritou que me ia matar, eu fiquei à espera. Não vim aqui vitimizar-me», disse Ramos em tribunal.
O depoimento surge após, na sessão anterior, a procuradora ter interrompido a audição do sócio dos dragões por possível contradição nas declarações. No entanto, nesta sessão, não foi pedida a extração de certidão.