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Internacional
03/06/26 às 21:53

João Neves já valeu 70 milhões ao Benfica. Se for para o Real Madrid, o PSG pede o dobro.

Florentino Pérez quer João Neves para reforçar o Real Madrid no verão. O PSG já recusou propostas de Liverpool e Manchester City e pede entre 110 e 150 milhões. O Benfica já encaixou o valor máximo de 70 milhões pela venda do médio de Tavira em 2024.

O Benfica vendeu-o em 2024 por 60 milhões de euros, com mais dez em objetivos. Com a segunda conquista consecutiva da Liga dos Campeões pelo PSG no passado sábado, o último bónus foi ativado — o Benfica encaixou o valor máximo de 70 milhões de euros pela venda de João Neves. Agora, se o médio de Tavira sair de Paris, o preço será muito diferente.

Florentino Pérez tem João Neves na lista de reforços prioritários para o Real Madrid no verão de 2026. O nome do médio de 21 anos é um dos três que o presidente merengue quer apresentar como trunfo antes das eleições de 7 de junho, ao lado de Bastoni e Víctor Muñoz. Para Mourinho, que pediu pelo menos quatro reforços ao Real Madrid incluindo um médio criativo, João Neves encaixa na descrição: versatilidade, experiência europeia de topo e capacidade técnica acima da média. 

O obstáculo é o PSG — e o seu preço. O clube parisiense recusou propostas de Liverpool e Manchester City ao longo da época e mantém uma exigência entre 110 e 150 milhões de euros pelo jogador. João Neves tem contrato até 2029 e, ao contrário de Vitinha, não existe qualquer acordo de saída facilitada. O PSG não está obrigado a vender. 

O jogador, por sua vez, não alimentou publicamente o interesse do Real Madrid. Ao longo da temporada esteve focado no PSG, superou os problemas físicos que o limitaram na primeira metade da época e foi titular na final da Champions contra o Arsenal. O Mundial 2026, que começa em oito dias, vai colocá-lo novamente sob os holofotes — e pode ser o catalisador que muda as conversas de verão.

Para o futebol português, a história de João Neves é um espelho do que o país produz: formado no Benfica desde os seis anos, vendido a 19 por 60 milhões, hoje avaliado em mais do dobro desse valor. Se a transferência se concretizar, será a mais cara de sempre envolvendo um jogador formado em Portugal.

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