O empate de Portugal com a RD Congo, na estreia do Mundial 2026, não passou em branco na imprensa internacional, que reservou as críticas mais duras para o desempenho de Cristiano Ronaldo.
O empate de Portugal com a RD Congo gerou fortes críticas na imprensa internacional, sobretudo ao desempenho de Cristiano Ronaldo. O Telegraph e o The Athletic questionaram o impacto do capitão, e a imprensa italiana falou em estreia dececionante. O New York Times, por sua vez, elogiou a resiliência da RD Congo.
O empate de Portugal com a RD Congo, na estreia do Mundial 2026, não passou em branco na imprensa internacional, que reservou as críticas mais duras para o desempenho de Cristiano Ronaldo.
O jornal britânico The Telegraph foi um dos mais incisivos, traçando um paralelo direto com a exibição de Lionel Messi, autor de um hat-trick na véspera, para sugerir que a idade já pesa no rendimento do capitão português em competições deste nível. Já o The Athletic resumiu a partida do avançado como uma ausência de impacto em campo, recordando tratar-se já do décimo jogo consecutivo de Ronaldo num Campeonato do Mundo sem conseguir marcar.
Os números confirmam a leitura crítica. Segundo a plataforma SofaScore, Ronaldo terminou o jogo com a nota mais baixa entre os titulares portugueses, sem qualquer remate enquadrado e sem um único passe decisivo em todo o encontro.
A imprensa italiana também não poupou nas palavras. O Corriere dello Sport resumiu o jogo a um simples empate sem impacto do capitão, enquanto a Gazzetta dello Sport foi direta no título, apontando a desilusão da exibição portuguesa, com Ronaldo a destacar-se pela pior razão. Já o francês RMC Sport preferiu elogiar o adversário, descrevendo o ponto conquistado pela RD Congo como heroico.
Do outro lado do Atlântico, o New York Times escolheu sublinhar precisamente essa resiliência africana, considerando o resultado totalmente justo, fruto da disciplina defensiva e do espírito demonstrado pelos congoleses ao longo dos noventa minutos.