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Bruno de Carvalho ataca Benfica e Renato Sanches é metido ao barulho

Bruno de Carvalho, antigo líder do Sporting

Bruno de Carvalho concedeu uma entrevista ao Rugido Leonino, onde desvendou o plano do Benfica para integrar a Superliga Europeia.

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O antigo presidente do Sporting revela que os estágios que a direção encarnada insistia para que fossem feitos nos EUA serviam também como estratégia para garantir um lugar na competição.

O Benfica tentava ser um dos 15 selecionados. Os estágios, tão criticados internamente pelos seus treinadores, nos EUA, em 2015, 2018 e 2019, fizeram parte dessa estratégia“, afirmou.

Bruno de Carvalho, que diz ter-se dado conta destas movimentações nos bastidores encarnados, revela também que o Bayern de Munique foi o grande impulsionador desta liga fechada.

O grande impulsionador foi Karl-Heinz Rummenigge, do Bayern Munique. Estavam também na linha da frente Milão, Inter de Milão e Juventus. Real Madrid, Barcelona e Atlético de Madrid. Manchester United, Manchester City, Chelsea, Liverpool e Arsenal. PSG e Mónaco estavam em boa posição”, referiu.

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O ex-líder leonino revela também que a ideia era de que a Superliga Europeia fosse disputada em todo o mundo e que o Bayern queria comandar a prova. Bruno de Carvalho conta também que a venda de Renato Sanches aos bávaros em 2016 serviu como uma forma de Jorge Mendes se aproximar do emblema alemão e da própria Superliga Europeia.

O antigo presidente do Sporting garante que a transferência de Renato Sanches também serviu como uma espécie de operação de charme do Benfica, com vista à entrada nesta competição.

O Bayern queria liderar e presidir esta Superliga e o passo dado em relação ao ‘super agente’ foi dado em maio de 2016. Nesse dia, Renato Sanches assinou contrato de cinco anos pelos bávaros, na maior transferência de sempre, na altura, de um português para o futebol estrangeiro. Foram 35 milhões de euros, podendo o Benfica ainda receber um bónus de 45 milhões de euros dependendo das atuações do jogador“, disse.

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No entanto ambas as partes foram-se distanciando.

Pelo caminho Jorge Mendes não viu a sua influência na Alemanha a aumentar, antes pelo contrário, e Rummenigge começou a ver que os seus ‘colegas’ de Superliga preferiam Florentino Pérez para os liderar“. E quanto ao Benfica, deixou de fazer parte das contas desta liga privada já que “o Benfica nunca foi considerado“.

A verdade é que a Superliga Europeia não foi para a frente. Contudo, Bruno de Carvalho acredita que os envolvidos não irão desistir.

Os poderosos tentaram dar um murro na mesa, mas a mesa partiu. Este foi apenas o primeiro round. Mendes e os 12 ‘ricos rebeldes’ já estão a preparar o round seguinte“, concluiu.

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Recorde-se que o Benfica assumiu-se como estando contra a criação da Superliga Europeia.

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