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Nacional
25/05/26 às 17:03

O Benfica já prepara a próxima época sem treinador — e há três jogadores prontos para ser vendidos

Mesmo sem treinador definido, o Benfica já trabalha na construção do plantel para 2026/27. Pavlidis, Richard Ríos e Schjelderup são os ativos mais valorizados e podem sair após o Mundial. Sudakov e Ivanovic, que desiludiram esta época, também podem ser negociados. Um defesa-central é urgente.

O Benfica não tem treinador. Mas já tem planos.

Enquanto aguarda pela formalização da saída de Mourinho e pelo anúncio de Marco Silva como sucessor, a SAD liderada por Rui Costa trabalha em paralelo na construção do plantel para 2026/27. A estrutura chefiada por Mário Branco, director-geral do clube, tem intensificado contactos no mercado — tanto para identificar reforços como, nesta fase, sobretudo para preparar saídas que gerem receitas.

Os que podem sair

Pavlidis, Richard Ríos e Andreas Schjelderup surgem como os activos mais valorizados do plantel encarnado. Os três vão ao Mundial — uma montra que pode aumentar ainda mais o seu valor de mercado. O Benfica admite aguardar pelo final da competição para avaliar propostas e maximizar eventuais vendas. O Besiktas já apresentou uma proposta de 20 milhões de euros por Pavlidis — o Benfica recusou, considerando o valor insuficiente.

Sudakov e Ivanovic, que tiveram épocas abaixo das expectativas e não estarão no Mundial, também poderão ser negociados — mas num contexto financeiramente menos favorável. O ucraniano, que custou 27 milhões de euros ao Benfica, disse recentemente que quer ficar e convencer o novo treinador. O seu agente confirmou que está "100% concentrado no Benfica". ⚠️ A sua continuidade dependerá da avaliação do próximo treinador.

O que o Benfica precisa

A contratação de um defesa-central assume carácter urgente. Otamendi saiu em final de contrato e vai para o River Plate após o Mundial. O Benfica quer um central titular e estuda a possibilidade de garantir um quarto elemento para a posição.

No ataque, o plano passa por reforçar as alas com pelo menos um extremo-esquerdo — número que pode aumentar caso Schjelderup saia. No meio-campo, a prioridade é um médio-centro com intensidade e qualidade na construção. Na frente, procura-se um ponta de lança com características físicas marcadas, diferente dos perfis actuais.

Tudo condicionado pelas saídas. E pelo nome do próximo treinador — que ainda não está confirmado.

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