A carência de centrais no Benfica é óbvia para todos. E o clube sabe-o.
Com a saída de Otamendi e António Silva no último ano de contrato, a carência de centrais no Benfica é a prioridade número um do mercado de verão. O clube quer contratar dois defesas-centrais. A pré-época arranca a 25 de junho e o novo treinador ainda não está anunciado.
A carência de centrais no Benfica é óbvia para todos. E o clube sabe-o.
Com a saída de Nicolás Otamendi em final de contrato — o capitão argentino regressa ao River Plate após seis épocas na Luz — o Benfica ficou com apenas três centrais para a próxima temporada: Tomás Araújo, António Silva e Gonçalo Oliveira. É pouco para um clube que vai disputar a Liga Europa e uma Liga onde a competição é intensa desde o primeiro jogo.
O problema agrava-se com a situação de António Silva. O internacional português de 22 anos entra no último ano de contrato e, segundo a imprensa, o Benfica pondera deixá-lo sair a custo zero em vez de o vender agora por um valor reduzido. Se isso acontecer, as águias ficarão apenas com dois centrais de confiança — uma situação insustentável para qualquer treinador.
Segundo o Record, a prioridade número um do Benfica no mercado de verão é a contratação de um defesa-central com características para jogar no lado esquerdo do eixo, preferencialmente esquerdino. A estrutura liderada por Mário Branco já avalia opções no mercado. A intenção é garantir pelo menos duas entradas nessa posição.
O desafio é financeiro. Sem Liga dos Campeões, o Benfica tem menos margem para investir. O clube depende das vendas de jogadores valorizados — Schjelderup, Richard Ríos e Pavlidis são os ativos mais apetecíveis — para financiar as contratações. O Mundial pode ser o momento decisivo para aumentar o valor de mercado de alguns deles antes de fechar os negócios.
A pré-época arranca a 25 de junho. O novo treinador, quase certamente Marco Silva, ainda não está anunciado. E o problema nos centrais ainda não tem solução.
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