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A conferência de imprensa plena de humildade de Abel Ferreira (VÍDEO)

Abel Ferreira treinador português que orienta o Palmeiras

Após a conquista da Taça Libertadores pelo Palmeiras, Abel Ferreira protagonizou uma conferência de imprensa onde a gratidão foi palavra de ordem.

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O técnico português não só agradeceu a todos os elementos do clube, mas também a todos os que lhe deram oportunidades para estar num clube a disputar títulos.

A primeira coisa de que me lembrei foi da minha família e depois do primeiro título que ganhei, em 2011, pelos juniores do Sporting. Foi ali que tudo começou. Por isso agradeço a todos os jogadores que treinei, de forma muito especial a estes. Não me posso esquecer dos jogadores dos juniores do Sporting, dos da equipa B do Sporting, da equipa B e A do Sp. Braga, onde fizemos trabalho extraordinário. E por que não falar do presidente do Sp. Braga, que me deu a oportunidade? Nunca na história do Sp. Braga alguém tinha apostado num treinador de formação, que não tinha feito nada na primeira divisão. Agradeço também ao dono do PAOK, que pagou uma fortuna para eu ir para lá sem nenhum título e que me vendeu porque eu pedi para que me deixasse vir para aqui“, afirmou.

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“Cheguei ao Brasil sem conhecer ninguém. Percebi que é um campeonato muito difícil. Se não ganhas dois ou três jogos, querem mandar-te embora. É o único campeonato que tem seis ou sete candidatos ao título. Em Portugal há poucos, Alemanha, poucos, França é sempre o mesmo, Espanha são sempre os mesmos. Aqui há alguns para conquistar títulos. É muito difícil para se trabalhar”, acrescentou.

Abel também apelou aos dirigentes brasileiros para que tenham mais paciência para com os treinadores por forma a que os resultados cheguem.

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O técnico português também se referiu a todos os funcionários do Palmeiras, desde aquele com mais estatuto ao funcionário mais simples, como uma família. No entanto Abel revela como teve de sacrificar a sua família para abraçar a aventura no Palmeiras.

No futebol ninguém ganha sozinho. É verdade que hoje sou muito melhor treinador, mas sou pior pai, pior tio, pior filho, pior irmão porque deixei a minha família lá [em Portugal]. Vocês não sabem a quantidade de vezes que chorei sozinho de saudade, ao deitar-me na travesseira à noite. Saí do campo após a final para ninguém me ver a chorar porque é muito difícil… Sou uma pessoa de família, adoro as minhas filhas e a minha esposa. Atravessei o [oceano] Atlântico a acreditar em algo antes de ela acontecer, contra todas as previsões. Fui para um clube que tinha a certeza que me podia proporcionar a conquista de títulos. Mas sou pior pai, pior irmão, pior tio… Há algo que temos que sacrificar em prol da nossa profissão“, referiu.

Veja o vídeo abaixo.

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E foi nesse momento que quebrou ao recordar as suas filhas.

Veja o vídeo abaixo.

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