O último testamento de Jorge Nuno Pinto da Costa foi redigido a 9 de dezembro de 2024, dois meses antes da sua morte, a 15 de fevereiro. A revogação do testamento anterior, de outubro do mesmo ano, foi feita na presença de uma notária, de um advogado e de uma solicitadora, todos presentes na casa do histórico presidente do FC Porto, no Porto.
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Ao longo do documento, a que a revista Sábado teve acesso, Pinto da Costa distribui com rigor os seus bens mais pessoais, deixando também um pedido simbólico: “Que aqueles que o amam possam viver em harmonia”.
Cláudia Pinto da Costa com maior parte dos bens pessoais
A primeira referida no documento é a esposa Cláudia Cristina Esteves Campo Pinto da Costa, à qual é legado um conjunto de obras de arte com elevada relevância cultural. Entre elas, destaca-se uma natureza morta de Henrique Medina, o consagrado retratista português, cujo trabalho tem sido valorizado no mercado artístico – uma das suas obras foi vendida por 22 mil euros em 2024.
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Cláudia herda também:
• O Canto, de autor desconhecido
• Paisagem marítima, de Artur Loureiro
• Camélias, de Maria Eugénia
• Retrato do casal e Retrato de Pinto da Costa com o seu cão Dragão, ambos da autoria de António Bessa, o pintor que ficou conhecido por pintar o retrato oficial de Marcelo Rebelo de Sousa
Além dos quadros, a esposa de Pinto da Costa recebe todo o recheio da casa que partilhava com o dirigente, com exceção dos retratos dos filhos, destinados a cada um deles, e dos livros, que deverão ser divididos equitativamente entre os descendentes.
Filhos com herança artística própria
Alexandre Pinto da Costa herda três quadros:
• Retrato da mãe Maria Elisa, também de António Bessa
• Marinha, de João Vaz, autor que decorou os Passos Perdidos da Assembleia da República
• Casa Rural, da autoria de João Chagas