Há rivalidades que se jogam no relvado. Esta joga-se nos microfones, nas conferências de imprensa, nas reuniões à porta fechada que depois acabam por ser reveladas em público. A guerra entre Frederico Varandas e André Villas-Boas é o conflito mais explosivo entre presidentes de clubes portugueses em anos — e, ao contrário do que seria desejável, não dá sinais de abrandar.
