Em 2025, a Ternana celebrava o centenário com uma presidente de 23 anos e promessas de futuro. Em 2026, luta simplesmente para continuar a existir.
A Ternana, clube histórico italiano, vai ser liquidada menos de um ano depois de ter entregue a presidência a Claudia Rizzo, filha do dono, então com 23 anos. A jovem tornou-se a presidente mais nova do futebol profissional italiano. Dentro de campo as coisas correram bem. Fora, foi uma catástrofe.
Em 2025, a Ternana celebrava o centenário com uma presidente de 23 anos e promessas de futuro. Em 2026, luta simplesmente para continuar a existir.
O histórico clube italiano da região da Úmbria vai ser liquidado menos de um ano depois de ter vivido aquele que parecia ser o início de uma nova era. Após a compra da sociedade desportiva pelo empresário Gian Luigi Rizzo, a presidência foi entregue à filha, Claudia Rizzo, então com apenas 23 anos. A jovem tornou-se a presidente mais nova do futebol profissional italiano e a primeira mulher a liderar os rossoverdi — precisamente no ano do centenário do clube.
A mudança foi apresentada como um projecto de renovação e estabilidade. Claudia Rizzo prometeu sustentabilidade financeira, proximidade aos adeptos e transparência na gestão, numa altura em que a Ternana tentava reorganizar-se na Serie C. A história tinha todos os ingredientes de um conto de renovação — juventude, ambição, simbolismo.
A ironia é que dentro de campo as coisas nem correram mal. A Ternana terminou a época em quinto lugar, garantindo o acesso ao play-off de subida. Mas o futebol não vive apenas de resultados desportivos — e fora do relvado a gestão revelou-se uma catástrofe financeira. Menos de um ano depois da entrada da nova administração, o clube entrou em liquidação.
O cenário mais provável passa por uma refundação e um recomeço nos escalões inferiores — possivelmente na Serie D ou até na Eccellenza, a divisão regional. Não seria a primeira vez: a Ternana já foi refundada em três ocasiões ao longo da sua história, a última em 1993.
Cem anos de história. Uma presidente de 23 anos. E um fim que ninguém esperava tão depressa.
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