Era 29 de abril, pelas dez da noite. O Sporting tinha estado a vencer por 2-0 o Tondela e consentiu dois golos nos descontos. Alvalade entrou em erupção. O Benfica estava a dois pontos. A Champions parecia estar a escapar. E Rui Borges tinha uma decisão a tomar sobre como gerir um plantel esgotado — sete jogos em abril, com Arsenal, Benfica e FC Porto pelo meio.
