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“Picardias com jogadores do Sporting? Defendo o meu clube até à morte”

Sérgio Oliveira, médio da Seleção Nacional/Portugal

Sérgio Oliveira foi o jogador escolhido para falar com os jornalistas na conferência de imprensa diária da Seleção Nacional.

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O internacional português salientou o privilégio que sente por representar a Seleção Nacional e realçou a força do coletivo.

Estar neste lote de jogadores para mim já é um privilégio. Claro que tenho as minhas mais valias, como todos os meus colegas têm as deles. O mister sabe o que posso acrescentar. Acho que posso acrescentar mais ao coletivo, quer ganhar, que é o isso que Portugal tem de querer sempre”, afirmou.

Sérgio Oliveira protagonizou uma temporada de grande nível ao serviço do FC Porto, mas não acredita que esta tenha sido a sua época de afirmação.

Eu acho que não tenho de me afirmar, já me afirmei há bastante tempo. Tenho alguma experiência de seleção, de clube, jogo em grandes competições, jogo num grande clube e acho que não preciso de mostrar nada a ninguém. A minha única responsabilidade é acrescentar diariamente, para que possa evoluir e acrescentar algo à equipa.

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Na nossa carreira há uma margem de progressão e eu não posso dizer que sou o mesmo de há 5 anos. Houve uma evolução, crescemos com as experiências, com o dia a dia, trabalho, humildade e muitas outras coisas. Estou numa das melhores fases da minha carreira“, referiu.

O médio aponta ainda para o maior adversário de Portugal no Europeu.

O mais complicado é o primeiro, a Hungria, é com isso que temos de nos preocupar. Temos de nos focar no primeiro. Vai ser um jogo bastante difícil. Vai jogar em casa, com adeptos, vai ser uma mais valia para eles. Depois é que queremos ganhar o segundo e o terceiro“, disse.

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Por último Sérgio Oliveira abordou as picardias com os jogadores do Sporting.

É normal, dentro de campo eu luto pelo meu clube, eles lutam pelo deles, mas temos todos uma boa relação aqui. Vou defender o meu clube até à morte, mas, depois de acabar o jogo… Quero deixar esta mensagem: dentro de campo somos rivais, fora de campo somos pessoas normais. Naquele momento vivemos com paixão, dizemos uma ou outra coisa que não devia ser dita a quente, mas acima de tudo há um respeito muito grande por todos“, concluiu.

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