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“Não é normal num clube como o Sporting um treinador aguentar tantos desaires” (VÍDEO)

Rúben Amorim em conferência de imprensa de antevisão a um jogo do Sporting

Após derrota diante do Eintracht Frankfurt que atirou o Sporting para a Liga Europa, Rúben Amorim foi questionado sobre se mais alguém deveria dar a cara, falhado o apuramento para os oitavos de final da Liga dos Campeões.

É difícil e não é normal um treinador no Sporting aguentar-se com tantos desaires. Não vou estar aqui a enumerar o trajeto, nunca vou fazer esse papel, defender-me com o que fizemos e com os jogadores se têm experiência ou não. Mas não é normal num clube como o Sporting um treinador aguentar-se, não é? Mas vivo bem com isso e faz parte da vida de um treinador. Quanto a mim é continuar a trabalhar e pensar já no próximo jogo”, afirmou.

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Questionado sobre se Frederico Varandas deveria dar a cara, Amorim discordou, defendendo que tudo o que está a acontecer é da sua responsabilidade. Amorim reconhece também que a época está perdida.

“Não respondi porque me esqueci, comecei a formular a segunda questão, mas faz muito bem em defender o seu colega, parabéns. Ninguém devia dar a cara porque isto é uma parte desportiva. O presidente e Hugo Viana não têm culpa de a equipa ser eliminada da Taça pelo Varzim, de estar a doze pontos na Liga e de ser eliminado da Champions. Dar a cara é para mim e acho bem que seja para mim, não me custa nada. Estamos em sintonia. Sentir-me-ia diminuído e não ajudado se viessem defender-me agora em dia de jogo. O presidente deve ter esse momento nas Assembleias, no clube. Não deve dar a cara, não me ajudaria. Eu estou aqui a dar cara. Não está perdida a época, mas vários objetivos caíram e temos de encarar com naturalidade, no que devemos e no que não devemos fazer. Cheguei a pensar uma época a meio de outra. Não sei o que se vai passar agora, temos a paragem do Mundial. Agora o clube está bem estruturado, está bem financeiramente, tem valores no plantel e isso é o começo de tudo. Quando cheguei não havia nada disso. A época está muito difícil, praticamente perdida, qual é o problema? Enquanto clube vamos pensar, analisar e não entrar em dramas, seguir para a frente. Mais de metade da época está perdida porque os objetivos caíram, não há problema assumir isso e até é bom termos essa noção. Mas enquanto houver um objetivo e um plano para o futuro nada está perdido“, referiu.

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