Nacional

Conceição e o tempo de compensação: ‘Não sei se posso falar’

Sérgio Conceição em antevisão de um jogo do FC Porto

Na conferência de imprensa de antevisão ao jogo com o Mafra, a contar para a Taça da Liga, Sérgio Conceição foi confrontado com a questão do tempo de compensação.

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No Mundial tem-se verificado períodos de compensação longos, após instruções expressas da FIFA. O técnico azul e branco foi questionado se seria algo que gostaria de transportar para o futebol nacional, algo pelo qual se tem batido há muito tempo.

Não sei se posso falar nisso. Disse, na antevisão que fiz a um jogo com o Marítimo, que hoje em dia os treinadores, equipas técnicas e jogadores têm capacidade de provocar dificuldades na sua organização defensiva que não o antijogo, mas que se [os árbitros] tivessem de dar 10 minutos, porque o guarda-redes foi assistido quatro ou cinco vezes, tinham de dar. E nesse jogo, por acaso, houve dez minutos de compensação e fui castigado, porque na antevisão disse que, se tivessem de dar 10 minutos, tinha de dar. Disseram que eu criei alguma pressão na equipa de arbitragem e fui processado por isso. Felizmente depois não deu em nada, senão era tão ridículo, enfim… Agora, no Mundial, já assisti a jogos com 14 minutos de tempo de compensação. Acho que é justo. Têm de dar aquilo que e justo. E hoje as equipas de arbitragem estão apetrechadas com tantos elementos, que alguns não são tão ativos no jogo e podem estar a controlar esse tempo de compensação, que não entendo porque não acontece isso. É um aspeto muito positivo que estou a ver neste Mundial, que é o tempo de compensação se aproximar mais do que é perdido no tempo útil”, afirmou.

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Conceição foi ainda questionado sobre o possível interesse que os tubarões europeus podem ganhar em Mehdi Taremi e Stephen Eustáquio, que protagonizaram grandes exibições no arranque do Mundial.

“O FC Porto é um tubarão da história. Gostei do rendimento dos dois, dentro de uma dinâmica diferente. O Taremi igual a ele, ao que normalmente nos tem habituado aqui. No penálti muito tranquilo; no golo, cheio de inteligência na forma como encontrou aquele espaço para finalizar, numa ação rápido que é preciso antecipar o que vai acontecer e, nisso, ele é superinteligência. O Eustáquio, sempre com compromisso e uma abrangência no seu jogo no campo cada vez melhor. Fico contente por ver jogadores do FC Porto a exibir-se a esse nível. Espero que hoje aconteça também com os outros que vão entrar em ação”, concluiu.

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