Era uma segunda-feira de maio de 2019. Iker Casillas deixou os filhos no colégio e foi para o Olival, como qualquer outro dia. Chegou pelas 9h30, tomou o pequeno-almoço e seguiu para o ginásio. Perto das 11h00, já no relvado, sentiu uma pressão no peito que nunca tinha sentido. Sete anos depois, foi a tribunal contar o que aconteceu a seguir.
