Ver a última dança de Cristiano Ronaldo num Mundial tem um preço — e ele não é para toda a gente.
O jogo Portugal-Colômbia em Miami, a 28 de junho, tornou-se o mais caro da fase de grupos do Mundial 2026. O bilhete mais barato está nos 2.120 euros na revenda — valia 340 euros antes de se saber que Portugal jogaria ali. Até Trump disse que não pagaria esse valor.
Ver a última dança de Cristiano Ronaldo num Mundial tem um preço — e ele não é para toda a gente.
O jogo Portugal-Colômbia, marcado para 28 de junho no Hard Rock Stadium em Miami, tornou-se o mais caro da fase de grupos do Mundial 2026. O bilhete mais barato disponível na revenda está neste momento nos 2.120 euros. Para ter uma ideia da dimensão deste número: é mais caro do que um bilhete para a final do Super Bowl.
Os dados são do site TicketData, que tem acompanhado a evolução dos preços desde que o sorteio foi feito. O bilhete para este jogo, quando as selecções ainda não eram conhecidas, custava 340 euros. Assim que se soube que Portugal e Colômbia jogariam naquele horário, os preços dispararam para 1.700 euros. Desde então, não pararam de subir.
O fenómeno foi destacado esta semana pelo New York Times, que descreveu o jogo como um "fenómeno fora do campo". A explicação é simples: Miami tem uma das maiores comunidades colombianas dos Estados Unidos, e do outro lado está Cristiano Ronaldo — aos 41 anos, no que deverá ser a sua última participação num Campeonato do Mundo.
A FIFA defende o sistema de preços dinâmicos, argumentando que as receitas servem para desenvolver o futebol a nível mundial. Mas nem toda a gente concorda — incluindo, curiosamente, Donald Trump. Questionado pelo New York Post sobre o custo dos bilhetes para ver os Estados Unidos jogarem, o presidente americano foi directo: "Vou ser honesto: não pagaria mil dólares por um bilhete."
Para quem ficar em Portugal, o Terreiro do Paço terá ecrã gigante e entrada livre. Não é Miami — mas é de graça.