Faltavam noventa segundos. O Al Nassr vencia por 1-0 e o título saudita — o primeiro de Cristiano Ronaldo em quatro épocas na Arábia — estava ali, a um apito de distância. No banco, Ronaldo observava depois de ter sido substituído aos 83 minutos. No banco técnico, Jorge Jesus controlava os últimos segundos com a contenção de quem já ganhou muito mas nunca deixou de querer ganhar mais. E então Bento precipitou-se.
