Vinte anos de espera. Bukayo Saka tratou de a encerrar.
O Arsenal apurou-se para a final da Champions League ao vencer o Atlético de Madrid por 1-0 no Emirates, com golo de Bukayo Saka aos 44 minutos. Viktor Gyökeres foi determinante no golo e ao longo de todo o jogo. Os Gunners encontram o Bayern de Munique ou o PSG em Budapeste, a 30 de maio.
Vinte anos de espera. Bukayo Saka tratou de a encerrar.
O Arsenal venceu o Atlético de Madrid por 1-0 no Emirates Stadium e apurou-se para a final da Champions League, com 2-1 no agregado. O golo que fez o Emirates explodir surgiu aos 44 minutos, num momento em que o jogo estava ainda em aberto e a tensão nas bancadas era palpável — Saka rematou no momento certo para colocar os Gunners em vantagem no marcador e 2-1 no global.
Viktor Gyökeres foi o grande motor do Arsenal ao longo de toda a noite. O sueco correu os canais, mostrou a sua velocidade e força física — e os centrais do Atlético não gostaram nem um bocado. Foi ele a fazer o trabalho difícil para o golo. O avançado, que passou dois anos no Sporting antes de se transferir para o Arsenal, continua a ser a peça que faz funcionar a máquina de Mikel Arteta nas noites que mais importam.
O Atlético tentou reagir na segunda parte. Os colchoneros tornaram-se mais directos e rápidos após o intervalo, construindo situações de perigo que obrigaram a intervenções decisivas da defesa arsenalista — com Gabriel a fazer um corte crucial para manter a vantagem intacta. Simeone esgotou as substituições à procura de um golo que nunca chegou. O Emirates resistiu, Arteta abraçou os seus jogadores ao apito final, e 20 anos de ausência das grandes finais europeias chegaram ao fim.
Do outro lado da final estará o vencedor do Bayern de Munique–PSG, que se disputa amanhã em Munique. Uma final em Budapeste, na Puskás Aréna, a 30 de maio, que promete ser o jogo europeu do ano.
Para Gyökeres, ex-Sporting e já com estatuto de estrela mundial, é mais um capítulo de uma carreira que continua a surpreender pela velocidade a que cresceu. Para o Arsenal, é o regresso ao lugar onde sempre acharam que mereciam estar. Vinte anos depois.