Nicolás Otamendi saiu. A braçadeira de capitão ficou vaga. E Rui Costa sabe exactamente a quem a quer dar — mas ainda não tem resposta.
O Benfica ofereceu a António Silva a braçadeira de capitão de Otamendi para o convencer a renovar. O defesa de 22 anos tem contrato até junho de 2027 e ainda não aceitou. Se sair em janeiro sem renovar, o Benfica não recebe nada. Marco Silva precisa dele na defesa.
Nicolás Otamendi saiu. A braçadeira de capitão ficou vaga. E Rui Costa sabe exactamente a quem a quer dar — mas ainda não tem resposta.
O Benfica ofereceu a António Silva a braçadeira de capitão como argumento para o convencer a renovar o contrato, que expira em junho de 2027. O defesa de 22 anos, formado no Seixal, é uma das peças mais valiosas do plantel encarnado — e também uma das situações mais sensíveis do próximo mercado de transferências.
O problema tem uma lógica financeira muito clara. Com contrato a expirar em 2027, se António Silva não renovar esta janela de verão, o Benfica pode ser forçado a vendê-lo em janeiro para não o perder a custo zero no final da época seguinte. É a arma que o jogador e o seu agente têm na mão — e que o clube sabe que tem de desactivar rapidamente.
O Bayern Munique tem o jogador na mira para a próxima temporada, o que aumenta a pressão sobre o Benfica para fechar o acordo antes do Mundial. Com a Seleção Nacional a entrar em campo daqui a dias, uma grande exibição de António Silva em Houston pode fazer subir ainda mais a cotação do central português no mercado europeu.
Marco Silva precisa de soluções no centro da defesa. Otamendi saiu em final de contrato, Tomás Araújo está no Mundial e também tem situação contratual a resolver a médio prazo. A prioridade das águias para o mercado de verão é a contratação de um defesa-central, mas perder António Silva ao mesmo tempo tornaria essa necessidade ainda mais urgente.
A braçadeira está ali. António Silva ainda não a pegou.