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25/03/25

Ronaldo revela que foi contra o Benfica que sofreu a entrada mais assassina (Vídeo)

Ronaldo "O Fenómeno" concedeu uma entrevista ao podcast Charla, onde recordou alguns dos momentos mais marcantes da sua carreira.

Ronaldo "O Fenómeno" concedeu uma entrevista ao podcast Charla, onde recordou alguns dos momentos mais marcantes da sua carreira.

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O antigo internacional brasileiro sempre viu no futebol como uma diversão onde marcar golos era a sua principal motivação.

"Eu sempre tive claro as minhas características e ambição enquanto jogador. Queria fazer golos e divertir-me a jogar futebol. Foi uma época boa antes de começar as lesões, o que foi complicado", afirmou.

No entanto, as lesões sempre o fustigaram, sendo que tudo começou em 1998, após o Mundial. Aquilo que era um problema que começou por desvalorizar tornou-se numa lesão grave no tendão, quando representava os italianos do Inter de Milão.

"Em 1998 comecei a sentir uma tendinite leve e terminei o Mundial bem. Pensei que era algo normal que acontece a muitos jogadores. A partir de 1999 começou a agravar-se muito até à rotura parcial. No Inter fizemos asneira ao termos só costurado parcialmente o tendão, mas ninguém ia imaginar que 6 meses depois que ia romper totalmente".

"Quando rompeu achei que num primeiro momento que tinha levado uma pedrada ou um tiro. Cai e meti a mão no joelho para o segurar e foi aí que me dei conta que algo rompeu e fez a minha cabeça pensar. Comecei a chorar não de dor, mas de assustado e questionei-me 'o que me está a acontecer?, acabou a minha carreira e a minha vida'", questionou-se na altura.

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Apesar de ser notório o seu talento para o futebol, Ronaldo fez questão de recordar que chegou onde chegou fruto de muito trabalho.

"Eu não sabia o que se tinha de fazer para ser jogador e fui fazendo aquilo que o caminho abriu para mim. Para subir tens de procurar evolução técnica, tática e física. As pessoas dizem me muito ‘eras um animal fisicamente, que dom’, dom porra nenhuma, treinei muito, ninguém fica assim rápido sem treinar. Não é só um dom se não metiam o Usain Bolt na frente que é muito rápido e diziam para ele decidir", referiu.

Com um talento inegável, o brasileiro era o cabo dos trabalhos para os defesas e muitos deles tiveram de passar os limites para o travarem. Ronaldo recordou um jogo entre Benfica e Cruzeiro, um amigável na década de 90, onde recebeu aquela que considera ter sido a entrada mais assassina. Ronaldo diz que foi atingido com uma entrada de carrinho por parte de Mozer, mas na verdade foi Daniel Kenedy o autor da entrada que lhe ficou na memória.

"Uma das entradas mais assassinas que já vi. Benfica-Cruzeiro no antigo Estádio da Luz, um amigável. O Mozer jogava, sacanagem, com pitons 21 atrás e 19 à frente. Um atacante joga com nove e onze. Era salto alto. Já no túnel ele andava, parecia o Robocop. A entrada mais criminosa que já recebi foi dele", disse.

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Recorde no vídeo abaixo.

Tal como nos relvados, Ronaldo também gostava de se divertir e tinha uma vida boémia em que nunca recusava uma festa.

"Eu estava em todas. Eu era o Chico Buarque das festas. Eu ia para o treino segunda-feira de manhã, às 10h, jogava no sábado e depois ia para Paris. Passava o domingo em Paris e à noite ia para a festa. Às sete da manhã apanhava o jato para Madrid chegava às nove da manhã com treino às dez horas. Fazia isto muitas vezes", revelou.

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O brasileiro explicou por que motivo se dava a tanto trabalho para se divertir. 

"Na cidade onde jogas, ou fazes a festa em casa ou estás a assinar a tua morte. Então eu diversificava, viajava. Sempre fui de organizar [festas], estruturar coisas de nível alto. Sempre tive esse cuidado de deixar toda a gente feliz", disse.

Ronaldo recordou também um episódio com Vampeta, quando representava o Inter de Milão, quando este desperdiçou uma garrafa de vinho que lhe custou 10 mil euros.

"Ele ficou em minha casa e tinha uma adega com 100 garrafas e fui embora para o Brasil. [ele] Bebeu tudo. Duas semanas depois já tinha acabado as garrafas de vinho todas e abriu mais caixas que tinha no chão com mais até encontrar um vinho era especial.

Era uma garrafa de 1976, ano em que nasci, que eu tinha comprado num restaurante em Paris por 10 mil euros. Era um vinho caro que não ia beber era para guardar e ele com os amigos dele, no meu apartamento, abriu essa garrafa e deu um copo de plástico a cada um. Ele disse que estava quente e meteu gelo [no vinho].

Ele conta esta história como o 'vinho do papa', mas era o meu vinho que eu paguei 10 mil euros por uma garrafa do meu ano, que era para guardar por simbologia", concluiu.

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