1. Maus resultados que vão além do azar
Segundo Durham, as derrotas frente ao United e ao Bodø/Glimt não podem ser explicadas por falta de sorte. Ao contrário de eliminações passadas em que o City criou inúmeras oportunidades, estas exibições foram, nas suas palavras, “puro mau futebol e má gestão”, com resultados que até poderiam ter sido mais pesados.
2. A gestão confusa da posição de médio-defensivo
A situação no meio-campo defensivo é outro ponto crítico. Com Rodri ainda longe da melhor forma após lesão e Nico González novamente indisponível, Durham questiona porque motivo Kalvin Phillips continua praticamente fora das opções, apesar do elevado salário e de já ter rendido sob outros treinadores.
3. Phil Foden irreconhecível
Para o comentador, Phil Foden é o espelho do momento do City: um talento extraordinário, mas “completa e profundamente perdido” em campo. Num jogo em que a equipa precisava de liderança e criatividade, o internacional inglês passou ao lado e acabou substituído, algo que levanta questões sobre o impacto do modelo actual de Guardiola.
4. A teimosia com laterais improvisados
A insistência em abdicar de laterais ortodoxos é vista como uma obsessão que saiu cara. Adrian Durham usou Rayan Aït-Nouri como exemplo de um jogador que parecia em clara ascensão, mas que, neste contexto táctico, perdeu influência e confiança.
5. Haaland mal servido
Por fim, a crítica mais sonora: Erling Haaland. Para Durham, é incompreensível que “a maior máquina de golos do futebol mundial” esteja a produzir tão pouco. “Qualquer pessoa conseguiria pôr Haaland a marcar golos. Guardiola não está a conseguir”, atirou, sem rodeios.