A eliminação da Taça da Liga surge num curto espaço de tempo em que os leões vêem também aumentar para sete pontos a distância para o líder do campeonato, o FC Porto. Questionado sobre o impacto destes resultados na confiança da equipa e na pressão sobre o grupo de trabalho, Rui Borges foi peremptório: no Sporting, a pressão é constante e não depende apenas dos resultados. “A pressão é sermos melhores e ganharmos”, afirmou, sublinhando que ainda falta uma segunda volta inteira e que só uma campanha superior à da primeira metade da época permitirá reentrar na luta pelos grandes objectivos.
Um dos temas inevitáveis da noite voltou a ser o número de jogadores indisponíveis. O treinador fez questão de distinguir situações traumáticas de lesões musculares, afastando qualquer leitura alarmista sobre o processo interno. Mais do que estatísticas, Rui Borges falou de tristeza pessoal por sair de Alvalade com mais dois jogadores em dúvida para o próximo compromisso, reconhecendo o impacto directo que isso tem na gestão do grupo.