Depois de uma semana histórica de desgaste — Arsenal, dérbi, e agora o Dragão — o Sporting encontrou no fundo de si mesmo o que precisava para chegar à final da Taça de Portugal. Não foi bonito. Não foi fácil. Mas foi suficiente.
O Sporting aguentou o 0-0 no Dragão e está na final da Taça no Jamor a 24 de Maio. A noite ficou marcada pelas lesões de Gonçalo Inácio aos 11 minutos e de Hjulmand aos 51 — dois internacionais a cinquenta dias do Mundial. Varela foi expulso aos 89'.
Depois de uma semana histórica de desgaste — Arsenal, dérbi, e agora o Dragão — o Sporting encontrou no fundo de si mesmo o que precisava para chegar à final da Taça de Portugal. Não foi bonito. Não foi fácil. Mas foi suficiente.
O empate a zero no Estádio do Dragão valeu a passagem à final da Taça, graças à vantagem de 1-0 conquistada em Alvalade na primeira mão, em Março. O Sporting é o detentor da Taça e vai a Oeiras no dia 24 de Maio em busca do 19.º troféu da sua história — frente ao Torreense ou ao Fafe, que disputam esta noite a outra meia-final.
Mas a noite ficou ensombrada por duas lesões que preocupam o clube e a Selecção Nacional.
Gonçalo Inácio saiu ao minuto 11 com queixas no pé esquerdo, na sequência de um lance com William Gomes junto à área leonina. O central português ainda tentou continuar mas acabou por pedir a substituição, sendo rendido por Debast. Pouco depois do intervalo, foi a vez de Morten Hjulmand abandonar o relvado com uma lesão muscular aos 51 minutos, substituído por Daniel Bragança. O capitão dinamarquês tinha sido um dos jogadores mais desgastados desta semana histórica — Champions, dérbi, Taça.
O encontro ficou ainda marcado pela expulsão de Alan Varela aos 89 minutos, por entrada dura sobre Suárez, e pela lesão de Gonçalo Inácio nos minutos iniciais, a cinquenta dias do início do Campeonato do Mundo.
Na final do Jamor, o Sporting vai tentar conquistar o único troféu ainda possível desta época. O campeonato está praticamente perdido. Mas a Taça está ali — e depois desta semana, ninguém vai questionar o carácter desta equipa.
O Porto foi a equipa mais perigosa ao longo do jogo, com Gabri Veiga e Pablo Rosario a criarem as melhores oportunidades — mas Rui Silva esteve sempre presente quando foi necessário. Os dragões ficaram reduzidos a dez homens perto do fim mas já não havia tempo para mais.
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