Dentro de campo, Nélson Oliveira deu o exemplo. Foi titular, trabalhou para a equipa, ligou sectores e ajudou a segurar emocionalmente um grupo jovem numa final de elevada tensão. Saiu aos 77 minutos, rendido por Ndoye, que viria a marcar o golo decisivo da reviravolta e a inscrever o seu nome na história do clube.
Mais do que o vermelho mostrado nos instantes finais, fica a imagem de um capitão que se recusou a viver a conquista à distância. Viveu-a com os “meninos”, sofreu com eles e celebrou como um deles. No final, já não havia miúdos nem veteranos: havia um grupo crescido, unido e consciente da dimensão do feito alcançado.