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Nacional
01/12/25 às 17:30

Mundial 2026: quem são os favoritos e o que diz o supercomputador sobre Portugal

A contagem decrescente para o Mundial 2026 acelera e, antes mesmo do sorteio que se realiza na próxima sexta-feira, dia 5, em Washington D.C., já há previsões sobre quem poderá erguer o troféu no MetLife Stadium, em New Jersey.

A maior edição de sempre do torneio — agora com 48 selecções, 16 estádios e 104 jogos — terá ainda seis lugares por preencher: quatro através dos ‘playoff’ da UEFA e dois via ‘playoff’ interconfederações.

Com os dados disponíveis até ao momento, a Opta colocou o seu supercomputador ao trabalho para identificar as selecções mais bem posicionadas para conquistar o Mundial. Espanha surge naturalmente na liderança das probabilidades, fruto do trajecto recente, mas Noruega e Colômbia aparecem surpreendentemente dentro do top-10, à espreita de um possível golpe na hierarquia internacional.

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O que diz o supercomputador sobre Portugal

Portugal volta a ser colocado entre as selecções com maior potencial, sustentado pela profundidade e talento do plantel. Na análise divulgada pela Opta, a formação das Quinas destaca-se pela combinação de juventude em ascensão e figuras experientes ao mais alto nível competitivo.

«Em termos teóricos, Portugal apresenta um dos plantéis mais talentosos do torneio.»

Vitinha, João Neves e Nuno Mendes, todos em grande destaque ao serviço do PSG durante a época 2024/25, surgem como pilares de uma nova geração extremamente qualificada. A isto junta-se o contributo de referências consolidadas na Premier League: Rúben Dias, Bernardo Silva e Bruno Fernandes, que formam um núcleo experiente e tecnicamente superior.

No entanto, tal como nos torneios anteriores, a análise lembra que Cristiano Ronaldo continuará inevitavelmente no centro das atenções, independentemente do papel que venha a desempenhar. Em 2022, no Qatar, o avançado foi suplente nos oitavos de final frente à Suíça — encontro em que Gonçalo Ramos brilhou com um hat-trick — e no Euro 2024, na Alemanha, protagonizou um dos momentos mais emotivos da competição ao chorar após ver um penálti defendido no duelo contra a Eslovénia.

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A expectativa recai agora sobre como Roberto Martínez irá gerir a combinação entre talento emergente e figuras consagradas. O sorteio poderá ditar um caminho mais ou menos complexo, mas, para já, o supercomputador mantém Portugal entre as equipas que podem chegar longe.