Carlo Ancelotti voltou a deixar elogios públicos a Cristiano Ronaldo, com quem trabalhou no Real Madrid entre 2013 e 2015 e com quem conquistou três títulos.
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Em entrevista ao jornal AS, o técnico italiano mostrou total confiança na continuidade da carreira do avançado português em alto nível, acreditando mesmo que o recorde dos 1000 golos oficiais está ao alcance.
Ancelotti não escondeu a admiração pelo ex-pupilo e fê-lo com o humor que lhe é característico.
“O Cristiano seguramente vai alcançar os 1000 golos, mas que quando chegue que não se esqueça de me convidar para a celebração desse recorde incrível”, disse, antes de reforçar o profissionalismo do português, comparando-o a outro veterano ilustre: “O Luka e o Cristiano são profissionais que amam este desporto. Conseguiram sempre o que queriam”.
O treinador recordou ainda o dia em que deixou o clube merengue, em maio passado, após uma época sem títulos internos e com eliminação nos quartos de final da Liga dos Campeões.
“Foi um dia muito emocional, bonito e bem preparado pelo clube. Sabia que isto podia acontecer. Pensei muito. Foi um dia inesquecível. Foi o melhor dia para sair do Real Madrid. Não posso esquecê-lo”.
Ancelotti saiu, Xabi Alonso entrou — e o italiano saiu em defesa do sucessor.
“Vejo quase todos os jogos… ganham quase todos os jogos. Infelizmente não se pode ganhar sempre, às vezes empata-se. No Real aprendi que um empate é a antecâmara de uma crise. Os resultados têm sido excelentes até agora. O que mais querem de Alonso?”
Questionado sobre o novo panorama do futebol, já sem Ronaldo e Messi na Europa, o selecionador destacou os nomes que considera os novos protagonistas: “O Real Madrid tem o Mbappé, o Bellingham. O Yamal está a fazer coisas muito boas. O Raphinha está lesionado, mas é muito bom… E o Haaland marca muitos golos no City”.
Por fim, Ancelotti repudiou a ideia de que é apenas um gestor de balneário.
“O meu trabalho principal tem sido tático na maioria das vezes. Mudar, encaixar os novos jogadores, os jovens como Rodrygo, Vinicius, Valverde, depois Bellingham… Trabalhamos muito a nível tático. É mentira dizer que sou apenas um gestor”.
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Em entrevista ao diário espanhol AS, o selecionador brasileiro voltou a falar com admiração de Cristiano Ronaldo, recordou a despedida do Real Madrid e comentou a nova era do futebol mundial.
Aos 65 anos, Ancelotti continua a marcar presença no topo do futebol mundial — e, pelas palavras de hoje, leva com ele memórias, convicções… e a esperança de estar presente na festa dos 1000 golos de Cristiano Ronaldo.
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