O Benfica tem Carlos Álvarez, jovem extremo espanhol de 22 anos do Levante, debaixo de olho, mas ainda não apresentou qualquer proposta formal. O jogador está entusiasmado com o interesse das águias, mas o clube valenciano lembra que, a existir negociação, será sempre a partir de valores muito elevados.
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Álvarez, canhoto que atua preferencialmente pela direita mas que também pode jogar pela esquerda ou pelo meio, é considerado o “jogador bandeira” do Levante. Apesar de ter começado a temporada como suplente, devido a uma pubalgia que o afetou na pré-época, continua a ser uma peça fundamental no plantel.
O apuramento do Benfica para a fase de liga da Liga dos Campeões, frente ao Fenerbahçe, e a eventual abertura do Shakhtar Donetsk para negociar Sudakov, o alvo prioritário das águias, serão decisivos para determinar se o clube da Luz avança ou não pelo internacional sub-21 espanhol.
Em declarações sobre o interesse encarnado, o diretor desportivo do Levante, Héctor Rodas, afirmou: “O mercado está aberto, confiamos muito nele, vamos ver o que acontece”. Contudo, garantiu que ainda não houve qualquer abordagem formal: “Não falámos com ele porque não há necessidade de falar, não há uma proposta firme”.
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Rodas reforçou ainda que o Levante não está vendedor, sublinhando a importância de Álvarez no regresso do clube à LaLiga, recordando o golo decisivo marcado frente ao Burgos na época passada. Confrontado com a possibilidade de uma transferência, foi taxativo: “Em princípio sim, remetemos para a cláusula de rescisão de 25 milhões de euros”.
Segundo a imprensa espanhola, o Levante até poderá negociar por um valor ligeiramente abaixo, mas nunca inferior a 20 milhões de euros. Um detalhe que também pesa é que o Sevilha, clube formador de Álvarez, tem direito a 40% de uma futura venda, o que encarece ainda mais o processo.