Rodrigo Mora é o nome do momento no universo azul e branco. O jovem criativo do FC Porto, que fará 18 anos no próximo dia 5 de maio, concedeu uma entrevista à revista Dragões, na qual falou da sua impressionante ascensão, do peso (ou leveza) dos recordes e da ambição de conquistar títulos pelos dragões — com direito a festa nos Aliados.
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Com a maturidade de quem já carrega estatuto de promessa, Mora garante não se deixar consumir pela pressão dos feitos precoces.
“É sempre bom ter recordes, mas não me dá pressão. Gosto desses recordes, mas sinceramente são coisas a que não ligo muito. Se acontecerem, acontecem, se não, está tudo bem”.
O jovem médio-ofensivo tornou-se, aos 15 anos, oito meses e dez dias, o mais novo de sempre a estrear-se nas competições profissionais pelo FC Porto B. Desde então, tem colecionado momentos marcantes, como o primeiro golo pelo FC Porto frente ao AVS SAD, em outubro de 2024, e o primeiro golo no Estádio do Dragão, contra o Boavista, que descreve como algo inesquecível:
“Ouvir o estádio todo gritar o teu nome era algo que só via na televisão… De vez em quando vou ver esse golo, pois traz-me sempre um sorriso à cara”.
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Sobre a fama, admite que nem sempre é fácil:
“Sou uma pessoa tranquila e já me habituei um pouco, mas às vezes ainda é um pouco difícil. Tento abstrair-me disso e lido com a fama naturalmente”.
No coração, Rodrigo Mora tem duas grandes referências:
Cristiano Ronaldo, pela excelência desportiva: “Tudo o que ele já fez pelo desporto, o grande atleta que é”.
O pai, pela orientação e proximidade: “Foi jogador e tenta ajudar-me nesse aspeto. Tento sempre ouvir os conselhos dele para melhorar a cada dia”.
A sua gratidão estende-se também à família, pilar essencial do seu percurso:
“Eles são tudo o que preciso para ter uma grande carreira e estou-lhes muito grato por isso”.