Na antevisão ao jogo frente ao Santa Clara, a contar para a 11.ª jornada da Liga, o treinador do Sporting, Rui Borges, elogiou o adversário açoriano, comentou as recentes chamadas de jogadores leoninos à Seleção Nacional e abordou temas como o estado físico da equipa, a renovação de Morita e o regresso de Nuno Santos. O técnico preferiu, contudo, não se alongar sobre a polémica da arbitragem.
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Rui Borges começou por destacar a dificuldade do desafio nos Açores, reconhecendo o valor do Santa Clara e o trabalho do treinador adversário.
“É uma equipa muito bem organizada e orientada. O Vasco (Matos) está a fazer um grande trabalho, por isso é uma formação muito competitiva em casa e que dificulta a vida a qualquer adversário. Na época passada, o Sporting sentiu bastantes dificuldades frente a eles. Têm mudado algumas dinâmicas, tanto no posicionamento como no sistema de jogo, em relação ao ano passado. Apesar de não estarem tão bem na tabela, têm menos um golo sofrido comparando com o mesmo período da época anterior. Sabemos que será um jogo difícil, pois jogar nos Açores é sempre complicado, e temos de estar preparados para essa exigência. Temos de ser o Sporting que queremos e devemos ser.”
Sobre as chamadas de Gonçalo Inácio, Rui Silva, João Simões e Geovany Quenda à Seleção Nacional, o técnico considerou natural o reconhecimento.
“Penso que é natural, tendo em conta o momento de forma de todos. O Inácio tem sido muito consistente, está mais maduro e é um verdadeiro líder. O Rui (Silva) também tem estado muito bem, por isso era expectável que estivessem nas escolhas do selecionador. Poderiam ser muitos mais. O Quenda e o Simões também atravessam uma boa fase. São jogadores que acredito que continuarão a bater à porta da Seleção. Chegará o dia deles.”
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Questionado sobre o estado físico de Fresneda, Rui Borges esclareceu: “Está em processo de reabilitação. Vamos ver qual será o tempo necessário até estar totalmente recuperado.”
O treinador abordou também a renovação de Morita e o crescimento de João Simões, destacando a importância de ambos no projeto leonino.
“O Simões fazia parte dos planos desde o início da época, independentemente de Morita renovar ou não. Está num bom momento individual, integrado num bom momento coletivo, e é natural vê-lo crescer e afirmar-se. Quanto ao Morita, sempre quisemos contar com ele, mesmo estando no último ano de contrato. É muito importante, como jogador e como pessoa, uma figura essencial para o grupo. A sua continuidade foi algo preparado em conjunto entre treinador e estrutura.”
Sem querer entrar em polémicas, Rui Borges preferiu não comentar as recentes discussões sobre a arbitragem.
“Não me vou alongar sobre esse tema. Remeto para o comunicado do Sporting. Prefiro focar-me naquilo que posso controlar.”
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Relativamente ao nível físico da equipa, o treinador garantiu que o grupo está preparado para o desafio.
“A equipa tem dado boas respostas do ponto de vista físico e tem crescido nesse aspeto. Estão todos muito motivados e conscientes da exigência do jogo de amanhã. Jogar nos Açores é sempre exigente, mas acredito que daremos uma boa resposta.”
Sobre os resultados recentes do Santa Clara, o técnico foi enfático: “É uma boa equipa, independentemente dos resultados. Já o disse: o campeonato está mais competitivo e com mais qualidade. O Santa Clara sofre menos golos do que na época passada e joga com intensidade. Sabemos as dificuldades que nos esperam, mas queremos fazer um grande jogo.”
Questionado sobre o papel de Nuno Santos, Rui Borges elogiou o jogador e destacou o seu profissionalismo.
“O Nuno pode jogar como lateral ou extremo. Espero que em janeiro esteja a 100% e que não saia ninguém. É um jogador resiliente, superou uma lesão difícil e é um verdadeiro guerreiro, um exemplo para todos. Tem melhorado muito e está cada vez mais perto do regresso. Ficarei muito feliz por tê-lo novamente connosco.”
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Acerca da opção de Roberto Martínez em escolher Carlos Forbs em vez de Quenda para a Seleção A, o técnico leonino foi diplomático: “Não me cabe comentar. Todos faríamos uma seleção diferente. Não falo de justiça ou injustiça. O selecionador é quem decide e sabe o que pretende da equipa. O Quenda tem 18 anos e compreende a decisão. Sabe a importância que tem nos sub-21 e deve estar feliz por representar essa equipa.”
Por fim, abordou a possível ausência de Diomande da Taça das Nações Africanas.
“Se ficar, será melhor para nós, claro. Mas sei que para ele é importante representar a seleção, e pode ficar triste se não for convocado. Ainda não falei com ele, mas é um jogador fundamental no Sporting e gosto muito dele.”
Com uma deslocação difícil pela frente, Rui Borges mostrou confiança no grupo e reforçou a necessidade de manter a identidade leonina: “Temos de ser o Sporting que queremos e devemos ser.”
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Rui Borges começou por destacar a dificuldade do desafio nos Açores, reconhecendo o valor do Santa Clara e o trabalho do treinador adversário. “É uma equipa muito bem organizada e orientada. O Vasco (Matos) está a fazer um grande trabalho, por isso é uma formação muito competitiva em casa e que dificulta a vida a qualquer adversário. Na época passada, o Sporting sentiu bastantes dificuldades frente a eles. Têm mudado algumas dinâmicas, tanto no posicionamento como no sistema de jogo, em relação ao ano passado. Apesar de não estarem tão bem na tabela, têm menos um golo sofrido comparando com o mesmo período da época anterior. Sabemos que será um jogo difícil, pois jogar nos Açores é sempre complicado, e temos de estar preparados para essa exigência. Temos de ser o Sporting que queremos e devemos ser.”
Sobre as chamadas de Gonçalo Inácio, Rui Silva, João Simões e Geovany Quenda à Seleção Nacional, o técnico considerou natural o reconhecimento.
“Penso que é natural, tendo em conta o momento de forma de todos. O Inácio tem sido muito consistente, está mais maduro e é um verdadeiro líder. O Rui (Silva) também tem estado muito bem, por isso era expectável que estivessem nas escolhas do selecionador. Poderiam ser muitos mais. O Quenda e o Simões também atravessam uma boa fase. São jogadores que acredito que continuarão a bater à porta da Seleção. Chegará o dia deles.”
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Questionado sobre o estado físico de Fresneda, Rui Borges esclareceu: “Está em processo de reabilitação. Vamos ver qual será o tempo necessário até estar totalmente recuperado.”
O treinador abordou também a renovação de Morita e o crescimento de João Simões, destacando a importância de ambos no projeto leonino.
“O Simões fazia parte dos planos desde o início da época, independentemente de Morita renovar ou não. Está num bom momento individual, integrado num bom momento coletivo, e é natural vê-lo crescer e afirmar-se. Quanto ao Morita, sempre quisemos contar com ele, mesmo estando no último ano de contrato. É muito importante, como jogador e como pessoa, uma figura essencial para o grupo. A sua continuidade foi algo preparado em conjunto entre treinador e estrutura.”
Sem querer entrar em polémicas, Rui Borges preferiu não comentar as recentes discussões sobre a arbitragem.
“Não me vou alongar sobre esse tema. Remeto para o comunicado do Sporting. Prefiro focar-me naquilo que posso controlar.”
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Relativamente ao nível físico da equipa, o treinador garantiu que o grupo está preparado para o desafio.
“A equipa tem dado boas respostas do ponto de vista físico e tem crescido nesse aspeto. Estão todos muito motivados e conscientes da exigência do jogo de amanhã. Jogar nos Açores é sempre exigente, mas acredito que daremos uma boa resposta.”
Sobre os resultados recentes do Santa Clara, o técnico foi enfático: “É uma boa equipa, independentemente dos resultados. Já o disse: o campeonato está mais competitivo e com mais qualidade. O Santa Clara sofre menos golos do que na época passada e joga com intensidade. Sabemos as dificuldades que nos esperam, mas queremos fazer um grande jogo.”
Questionado sobre o papel de Nuno Santos, Rui Borges elogiou o jogador e destacou o seu profissionalismo.
“O Nuno pode jogar como lateral ou extremo. Espero que em janeiro esteja a 100% e que não saia ninguém. É um jogador resiliente, superou uma lesão difícil e é um verdadeiro guerreiro, um exemplo para todos. Tem melhorado muito e está cada vez mais perto do regresso. Ficarei muito feliz por tê-lo novamente connosco.”
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Acerca da opção de Roberto Martínez em escolher Carlos Forbs em vez de Quenda para a Seleção A, o técnico leonino foi diplomático: “Não me cabe comentar. Todos faríamos uma seleção diferente. Não falo de justiça ou injustiça. O selecionador é quem decide e sabe o que pretende da equipa. O Quenda tem 18 anos e compreende a decisão. Sabe a importância que tem nos sub-21 e deve estar feliz por representar essa equipa.”
Por fim, abordou a possível ausência de Diomande da Taça das Nações Africanas.
“Se ficar, será melhor para nós, claro. Mas sei que para ele é importante representar a seleção, e pode ficar triste se não for convocado. Ainda não falei com ele, mas é um jogador fundamental no Sporting e gosto muito dele.”
Com uma deslocação difícil pela frente, Rui Borges mostrou confiança no grupo e reforçou a necessidade de manter a identidade leonina: “Temos de ser o Sporting que queremos e devemos ser.”
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