Jack Miller vai continuar a representar a Pramac Yamaha até 2026, fazendo dupla com o turco Toprak Razgatlioglu, uma decisão que terá fortes implicações para o futuro de Miguel Oliveira, que ficará sem equipa na próxima temporada.
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O anúncio ainda não é oficial, mas foi avançado pelo site especializado motorsport.com, que garante que o acordo está fechado e deverá ser confirmado nos próximos dias. Esta decisão acontece depois de Miller ter deixado claras críticas à Yamaha, afirmando que a sua paciência estava esgotada e exigindo uma resposta sobre a sua continuidade. A pressão surtiu efeito e a equipa ofereceu-lhe um novo contrato, prontamente aceite pelo piloto australiano.
A permanência de Miller significa que Oliveira perderá o seu lugar, apesar de ter contrato assinado para 2026. Contudo, o vínculo inclui cláusulas de rescisão relacionadas com o desempenho, algo que terá pesado na decisão da equipa. O piloto português sofreu uma lesão na Argentina que o afastou de três fins de semana consecutivos (EUA, Qatar e Espanha), o que comprometeu o seu rendimento global nesta temporada.
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Ainda assim, Oliveira deu sinais de recuperação ao terminar em 12.º lugar no GP da Hungria, conquistando quatro pontos, enquanto Miller acabou por desistir após duas quedas.
Outro nome apontado ao lugar, o espanhol Manuel González, atual líder do Moto2, vai permanecer na IntactGP e só deverá procurar a entrada no MotoGP em 2027.
Com este desfecho, o futuro de Miguel Oliveira volta a estar em aberto, com a saída da Pramac Yamaha em 2026 praticamente certa, obrigando o português a procurar alternativas no MotoGP para manter-se no pelotão.
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