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Internacional
01/04/26 às 14:08

Pochettino deixa aviso após derrota: houve algo que fez a diferença frente a Portugal

Selecionador dos Estados Unidos reconheceu mérito de Portugal, mas admitiu falhas da sua equipa e apontou ao que precisa de melhorar antes do Mundial 2026.

Mauricio Pochettino analisou a derrota dos Estados Unidos frente a Portugal (0-2), deixando um discurso equilibrado entre reconhecimento e exigência. Após mais um teste exigente nesta pausa internacional, o técnico argentino sublinhou a necessidade de evolução da sua equipa antes do Mundial 2026.

Depois do desaire frente à Bélgica (2-5), os norte-americanos voltaram a medir forças com uma seleção de topo, num cenário que Pochettino considera essencial para o crescimento competitivo.

“Fomos competitivos, mas não chegou”

O selecionador começou por destacar o nível dos adversários enfrentados, lembrando que os EUA mediram forças com duas das seleções mais bem posicionadas no ranking FIFA.

“Temos de ver contra quem jogámos nestes dois jogos, Bélgica e Portugal, que estão no topo do ranking da FIFA. Apesar de ser difícil, esta é a maneira de melhorar e de perceber como estas equipas competem”, afirmou.

Ainda assim, Pochettino considerou que a sua equipa mostrou capacidade competitiva, embora reconheça que isso não foi suficiente para evitar a derrota.

“Conseguimos ser competitivos, mas temos de melhorar”, acrescentou.

Espaço a mais para Portugal fez a diferença

Um dos pontos centrais da análise do técnico argentino passou pelas falhas defensivas, nomeadamente a liberdade concedida aos jogadores portugueses.

“Quando damos espaços a jogadores como Gonçalo Ramos, Bruno Fernandes, Pedro Neto ou João Félix, eles podem marcar e foi isso que aconteceu”, explicou.

Segundo Pochettino, foram pequenos detalhes — tanto tácticos como individuais — que acabaram por decidir o encontro.

Intensidade não evitou derrota

Apesar das críticas, o treinador destacou a atitude da equipa ao longo dos 90 minutos, sublinhando a intensidade e agressividade demonstradas.

“No jogo fomos intensos e agressivos, mas podemos perder em detalhes e foi isso que aconteceu, ainda para mais quando jogamos com equipas deste nível”, concluiu.

A derrota frente a Portugal deixa assim sinais mistos para os Estados Unidos: por um lado, a capacidade de competir; por outro, a necessidade clara de corrigir erros antes do grande teste que será o Mundial 2026.

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