O requerimento sublinha que não existem comprovativos para vários dos montantes apresentados, nem evidência de autorização por parte da administradora de insolvência, levantando suspeitas de favorecimento indevido de credores e de práticas de gestão desconformes com o plano aprovado judicialmente.
Importa recordar que, a 16 de Dezembro, o Boavista havia alcançado um entendimento com os credores que permitia manter a actividade do clube. Na altura, a Direção assegurou estar em negociações com entidades públicas e investidores privados, com vista à implementação de um plano de recuperação financeira que garantisse o futuro da instituição axadrezada.