Grande penalidade por assinalar e decisões disciplinares em causa
De acordo com o Conselho de Arbitragem, a principal falha prende-se com uma grande penalidade não assinalada a favor do Benfica, num lance que, segundo a análise técnica, justificava intervenção. A este erro soma-se ainda a gestão disciplinar do encontro, nomeadamente a ausência de expulsões em lances envolvendo Nicolás Otamendi — numa fase mais precoce do jogo — e Benjamín Rollheiser Prestianni, situações que também mereceram reparos.
Particularmente grave, aos olhos do Conselho, foi o facto de a videoarbitragem não ter corrigido decisões consideradas erradas, contribuindo assim para a classificação negativa atribuída ao VAR. A avaliação coloca este jogo como o caso mais crítico entre todos os analisados, quer nas competições profissionais, quer nas provas de eliminação directa.