Diogo Costa continua a afirmar-se como uma das figuras centrais do futebol português e, para Beto Pimparel, há poucas dúvidas sobre o seu estatuto: o guarda-redes do FC Porto é peça-chave tanto no clube como na Seleção Nacional.
Beto Pimparel destaca a importância de Diogo Costa no rendimento do FC Porto e considera natural a sua titularidade na Seleção Nacional rumo ao Mundial 2026.
Diogo Costa continua a afirmar-se como uma das figuras centrais do futebol português e, para Beto Pimparel, há poucas dúvidas sobre o seu estatuto: o guarda-redes do FC Porto é peça-chave tanto no clube como na Seleção Nacional.
O antigo internacional português, que somou 16 internacionalizações, considera que a titularidade de Diogo Costa no Mundial 2026 deve ser encarada como natural, sublinhando a importância da “coerência” nas escolhas de Roberto Martínez.
Um pilar no FC Porto
Beto não hesita em destacar o impacto do guardião de 26 anos na época do FC Porto, actual líder da I Liga.
“Uma equipa constrói-se de trás para a frente e, para mim, um dos grandes segredos do sucesso do FC Porto esta época tem começado nele”, afirmou, elogiando a maturidade e confiança demonstradas por Diogo Costa.
O guarda-redes tem sido um dos elementos mais consistentes da equipa portista, beneficiando também de uma estrutura defensiva sólida, mas assumindo-se como figura decisiva em vários momentos.
Titularidade sem discussão na Seleção
Apesar da concorrência, Beto considera que, estando em condições físicas, Diogo Costa parte como titular indiscutível para o Mundial 2026.
Totalista em competições recentes como o Mundial 2022, o Euro 2024 e a final four da Liga das Nações 2024/25, o guardião tem mantido uma linha de continuidade que, na opinião do ex-internacional, deve ser respeitada.
Alternativas em pé de igualdade
Ainda assim, o antigo guarda-redes não estabelece hierarquias claras entre as alternativas disponíveis para a Seleção.
José Sá, Rui Silva e até Ricardo Velho são vistos como opções válidas e equilibradas. “Não colocaria ninguém em vantagem”, afirmou, destacando o percurso positivo de Ricardo Velho, com quem trabalhou no Farense.
O jovem guarda-redes, actualmente emprestado ao Gençlerbirligi, regressou recentemente às convocatórias, embora ainda não tenha somado minutos.
Gestão de Martínez em análise
A recente lesão de Diogo Costa, nos adutores, afastou-o dos particulares frente ao México e Estados Unidos, abrindo espaço para observação das alternativas.
Rui Silva regressou à titularidade frente ao México, enquanto José Sá será o escolhido para iniciar o encontro com os Estados Unidos, em Atlanta, no jogo que marcará a 700.ª partida da história da Seleção Nacional.
Para Beto, estes momentos são fundamentais para o seleccionador avaliar os guarda-redes em contexto competitivo, mas também para reforçar a importância de manter um discurso coerente dentro do grupo.
Mais do que jogar: o papel no grupo
Com experiência acumulada na Seleção, Beto destacou ainda a importância dos jogadores que, mesmo não sendo titulares, contribuem para a coesão do grupo.
“Aprendi a assumir outro papel, fosse no banco, no balneário ou no estágio. É importante ter jogadores que garantam rendimento dentro e fora de campo”, explicou.
Portugal já pensa no Mundial 2026
A Seleção Nacional está já qualificada para o Mundial 2026, onde integrará o Grupo K, juntamente com Colômbia, Uzbequistão e o vencedor do play-off entre Jamaica e República Democrática do Congo.
A competição, que decorrerá entre 11 de junho e 19 de julho, será histórica, contando pela primeira vez com 48 seleções e sendo organizada em conjunto por Estados Unidos, Canadá e México.
Com Diogo Costa como referência na baliza, Portugal segue confiante para mais uma fase final.