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Internacional
13/01/26 às 13:11

Gonçalo Ramos aponta dedo após queda na Taça: críticas ao Paris FC e à arbitragem

A eliminação do Paris Saint-Germain da Coupe de France 2025/26 deixou marcas evidentes no balneário parisiense, e Gonçalo Ramos foi um dos rostos do descontentamento.

Depois da derrota por 0-1 frente ao Paris FC, o avançado português não escondeu a frustração e apontou críticas claras ao comportamento do adversário e à atuação da equipa de arbitragem.

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No final do encontro, aos microfones da beIN, Gonçalo Ramos começou por reconhecer o mérito do rival, mas rapidamente deixou claro que, na sua leitura, o jogo ficou marcado por constantes interrupções. «A nossa equipa jogou o seu futebol e mérito para eles, porque jogaram bem. O árbitro deixou as coisas acontecerem. Eles fizeram antijogo e o árbitro não fez nada ou não disse nada. Foi antijogo do início ao fim», afirmou o internacional português, visivelmente irritado com a forma como o encontro foi conduzido.

O antigo avançado do Benfica reforçou ainda a ideia de que a arbitragem deveria ter tido um papel mais ativo na gestão do jogo. «Isso não devia acontecer assim, porque os árbitros estão lá para fazer cumprir as regras e para impedir que este tipo de coisas aconteça. Estamos aqui para jogar e não é nada agradável ver isto», acrescentou, sublinhando a frustração sentida dentro das quatro linhas.

Apesar do desgaste acumulado numa temporada exigente, Gonçalo Ramos recusou utilizar o calendário como justificação para a eliminação precoce da prova rainha do futebol francês. «Tivemos muitos jogos, mas isso não é uma desculpa. Estamos preparados e somos uma equipa de alto nível. Preparamo-nos todos os dias. Agora acabou e não podemos fazer nada. Há outras competições que queremos ganhar», concluiu, num discurso que mistura desilusão imediata com foco nos objetivos que ainda restam ao PSG.

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A nível individual, o avançado português continua a apresentar números sólidos na sua primeira época completa em Paris, somando dez golos em 26 jogos oficiais. Ainda assim, a saída da Coupe de France representa um revés para as ambições do clube da capital, que vê reduzir-se o leque de troféus possíveis numa temporada onde a exigência é máxima.