A equipa orientada por Jorge Jesus, que até aqui seguia invicta, conheceu finalmente o sabor do desaire numa partida intensa, cheia de ritmo e com vários momentos de grande qualidade individual.
O Al Nassr sofreu esta sexta-feira a primeira derrota na Liga da Arábia Saudita 2025/26, ao perder por 3-2 no terreno do Al Ahli, em encontro referente à 13.ª jornada do campeonato.
A equipa orientada por Jorge Jesus, que até aqui seguia invicta, conheceu finalmente o sabor do desaire numa partida intensa, cheia de ritmo e com vários momentos de grande qualidade individual.
O jogo começou da pior forma para o Al Nassr. Logo aos 7 minutos, Ivan Toney abriu o marcador para o Al Ahli, aproveitando uma desatenção defensiva. O avançado inglês voltou a marcar aos 20 minutos, assinando o bis e colocando a equipa da casa numa vantagem confortável ainda numa fase muito precoce do encontro. O Al Nassr acusou o golpe, mas reagiu com personalidade antes do intervalo.
Abdulelah Al-Amri foi a grande figura da resposta da equipa de Jorge Jesus na primeira parte. O defesa marcou aos 31 minutos e voltou a faturar aos 44, restabelecendo a igualdade e levando o jogo empatado para o descanso. Uma recuperação que parecia indicar que o líder do campeonato poderia voltar a impor a sua superioridade na segunda metade.
Cristiano Ronaldo e João Félix foram titulares no conjunto visitante e estiveram em campo durante grande parte do encontro, mas não conseguiram evitar a derrota. O Al Nassr tentou até ao fim, assumiu riscos e empurrou o Al Ahli para trás nos minutos finais, mas faltou eficácia no último terço para voltar a mexer no marcador.
Apesar do desaire, o Al Nassr mantém-se no 1.º lugar da Liga da Arábia Saudita, com 31 pontos, continuando numa posição privilegiada na luta pelo título. Já o Al Ahli, com esta vitória, reforça a sua candidatura aos lugares cimeiros e ocupa agora o 4.º posto, com 25 pontos, confirmando-se como uma das equipas mais sólidas da prova.
A derrota não apaga o excelente arranque de época do Al Nassr, mas serve de aviso numa liga cada vez mais competitiva, onde erros se pagam caro, mesmo para quem tem estrelas mundiais no plantel.