Rodrigo Mora continua a encantar no FC Porto e a afirmar-se como uma das maiores promessas do futebol português. Aos 17 anos e 10 meses, o criativo tem vindo a somar exibições de elevado nível e golos de destaque, como o mais recente no triunfo frente ao Estoril (2-1), na I Liga. Esse tento, o quinto no campeonato, torna-o o segundo jogador mais jovem de sempre a alcançar essa marca, apenas atrás de Guilherme Espírito Santo.
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De acordo com os dados do Playmaker, Mora já superou figuras históricas como Fernando Chalana e Fernando Gomes, reforçando o seu estatuto crescente nos dragões e no futebol nacional. Com a camisola 86, o jovem é hoje visto como uma peça essencial para Martín Anselmi e, naturalmente, os responsáveis portistas já definiram um plano para garantir a sua permanência a médio prazo.
A renovação de contrato está alinhavada para o momento em que o jogador atingir a maioridade, em maio, e a SAD do FC Porto pretende blindá-lo com uma cláusula de rescisão de 100 milhões de euros, igual à que consta no novo vínculo de William Gomes. O objetivo é claro: impedir uma saída precoce e assegurar que Mora se consolida como uma referência no clube antes de voar para outros palcos.
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A valorização de Rodrigo Mora é evidente. Na mais recente atualização do Transfermarkt, o seu valor de mercado duplicou de 10 para 20 milhões de euros, colocando-o como o sexto jogador mais valioso do plantel azul e branco. A administração liderada por André Villas-Boas quer evitar repetir casos como o de Fábio Silva, vendido aos 18 anos para o Wolverhampton, com apenas 21 jogos na equipa principal. Em contraste, Rúben Neves, que saiu com quase uma centena de jogos e estatuto de capitão, serve como exemplo a seguir.
Nem Mora, nem a sua família, nem a estrutura do clube consideram uma saída antecipada. O projeto passa por crescer, afirmar-se no FC Porto e apenas depois avaliar uma mudança para um emblema de topo europeu.
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