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Nacional
24/01/26 às 11:25

Um lugar em aberto e várias soluções: a dor de cabeça de Rui Borges antes da viagem a Arouca

O Sporting CP prepara a deslocação a casa do FC Arouca, este sábado, às 18h00, para a 19.ª jornada da Liga, com praticamente todo o plantel disponível… mas com uma decisão que continua a dar que pensar a Rui Borges.

A grande interrogação está concentrada no corredor esquerdo, onde tudo depende da utilização de Maxi Araújo.

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O internacional uruguaio tem lugar garantido no onze inicial, mas não está fechado o espaço que irá ocupar. Caso seja utilizado como lateral-esquerdo, a vaga mais adiantada deverá pertencer a Luís Guilherme. Se, pelo contrário, Maxi subir no terreno e actuar como extremo, então Ricardo Mangas deverá assumir a posição mais recuada. A decisão final só deverá ser tomada muito perto da hora do jogo, em função da abordagem táctica escolhida para enfrentar um Arouca sempre competitivo em casa.

No capítulo dos regressos, há boas notícias para os adeptos leoninos. Ousmane Diomande e Pedro Gonçalves já viajaram com a comitiva para Arouca. Ambos recuperaram de problemas físicos prolongados — Diomande não joga desde 13 de Dezembro, frente ao Aves SAD, antes de seguir para a CAN, enquanto Pote está afastado desde o dérbi com o Benfica, a 5 de Dezembro —, mas nenhum deverá ser titular. A gestão de esforço é clara: os dois deverão somar minutos na segunda parte.

Com estes regressos, o boletim clínico do Sporting fica reduzido a cinco nomes: Salvador Blopa, Eduardo Quaresma, Nuno Santos, Geovany Quenda e Ioannidis continuam indisponíveis.

Outra novidade é a integração de Faye, reforço de inverno proveniente do Granada, num negócio avaliado em 6,5 milhões de euros. O jogador já está inscrito e apto a competir, mas deverá começar no banco.

No meio-campo, não há margem para dúvidas. Depois de cumprir castigo na Liga e na Champions, Morten Hjulmand regressa directamente ao onze inicial, formando dupla com João Simões, com Hidemasa Morita a sair da equipa.

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Com quase todas as peças novamente disponíveis, Rui Borges enfrenta agora um problema que todos os treinadores gostam de ter: escolher. E, desta vez, tudo indica que a chave do onze estará mesmo no lado esquerdo.